Sem Lápis e Papel

dezembro 3, 2012

Esse Cara Sofreu

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Esse Cara Sofreu – (Paródia respeitosa da Grande Obra de Roberto Carlos, nosso Eterno Rei)

O cara que atenta você toda hora
Quem em poucos segundos ele te amola
Que está todo tempo querendo dizer
Porque seu passado que te faz sofrer

E sem sono a noite reclama
Vai beber e depois, cama!

Esse cara sofreu

O cara te pega e torce o seu braço
Que bate em quem for em quem rompa seu espaço
Está embriagado pra o que der e vier
Os “Córneos” ferrados e sem sua mulher

Por besteira ele encara o perigo
Brigou com o amigo

Esse cara sofreu

O cara reclama de tudo que é jeito
Que depois de beber não se lembra direito
Tem malícia nos nervos e guarda rancor
Te fala besteira mesmo sem pudor

De manhã ele acorda infeliz
E contorce o nariz

Esse cara sofreu
Esse cara sofreu

Pensou que era certo pra você
Mas este infeliz, pisou na bola
Te empurra, te espanca quando você chora

Esse cara sofreu
Esse cara sofreu

O cara que sempre te ferra mentindo
Que abre a boca e fala e você fica ouvindo
Te deixa mais louca, te faz infeliz
Tão discarado, te olha e te diz
Que sentiu sua falta na cama
Ele te engana

Esse cara sofreu
Esse cara sofreu
Esse cara sofreu
Esse cara morreu

(Pra mim esse cara morreu, mesmo! Bem feito pros homens que não dão valor às mulheres, porque a letra “parodiada” que escrevi vai acabar com a moral dos homens cafajestes.)

outubro 4, 2010

Viva a Sociedade Alternativa!

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A Sociedade Alternativa consiste no seguinte:

A alternância no Poder está sempre por conta de quem o utiliza, ou seja, os políticos. O que o Raul Seixas quis dizer, e parece que as pessoas confundem, é de que, no trecho da sua música:
“Se eu quero” (Refere-se ao desejo do poder político),
“que você quer” (Refere-se a manipulação, convencendo a população que determinado candidato é bom pro país),
“tomar banho de chapéu” (significa: O poder escolhe o que você deve fazer);
“Ou esperar, papai Noel” (Significa: O político está te prometendo algo e tenta convencer você a acreditar que o impossível, ainda assim, é bom!),
“Ou discutir, Carlos Gardel!” (significa: A velha e maldita frase: “Futebol, religião e Política, não se discute”)

Então (O próprio Raul) diz na letra, com sarcasmo ao sistema político:

“Faça o que tu queres, pois é tudo da Lei, da lei!”

Resumo: A Sociedade Alternativa, não é uma alternativa, (política nesse caso) para escolhermos candidatos alternativos, e sim, a manifestação do Poder Político que os candidatos têm em alternar-se no Poder colocando quem eles bem entendem, nem que tenha que ser um PALHAÇO, para angariar votos para os velhos corruptos mensaleiros como: Waldemar Costa Neto, João Paulo Cunha, José Genoíno, etc … e por aí vai …

julho 11, 2010

É Tempo de Mudanças

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Depois de um bom tempo, decidi de que temos que mudar. Na verdade, EU tenho que mudar. Cansei de ficar esperando que as coisas mudem, então, decidi eu mesmo mudar e deixar de viver no anonimato, esperando que as coisas mudem por sí próprio, porque É Mentira! Pois, então EU vou mudar sem esperar que as pessoas ou as coisas mudem. E quem estiver acompanhando verá que o meu propósito vai além de estar criando coisas ou serviços e produtos em frente ao computador, esperando agradar ou chamar a atenção dos outros ou de alguém. Eu já me cansei de ter que ficar inventando coisas no intuito de que alguém avalie, pois, eu sei que o valor que as pessoas têm, elas mesmas, se dão, então eu também vou fazer o mesmo. Não estou preocupado se mudaram as regras gramaticais, pois a maneira de nos comunicarmos continua a mesma, então, adapte-mo-nos à nova realidade. Realista e Futurista, mas também oportunista para, pelo menos agradar ao que nos interessa. E é isso o que importa!

fevereiro 16, 2010

As várias “Facetas” do Povo

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 4:25 am

Grande e bravo povo! Somos assim mesmo. Temos várias facetas. E tudo varia conforme a época do ano.  Atualmente somos foliões. Mas também podemos ser jurados, telespectadores, participantes como internautas de quase tudo que passa na TV. E sempre vamos variando. Seremos ainda neste ano torcedores, técnicos de futebol, Tetra-campeões “rumo ao Hexa”, alegres, tristes, brigões, etc … Vai depender do jogo ou do juiz. E mais pra frente seremos eleitores. Outros serão candidatos, outros aproveitadores, outros mesários e não sei dizer mas, será que ainda existem os famosos escrutinadores?

Em meio a tantas mudanças, às vezes perdemos o rumo de quem somos. Ao mesmo tempo conseguimos ser trabalhadores, contribuintes, passageiros, pacientes, testemunhas, réus, vítimas, amigos, inimigos, acompanhantes, doadores, inadimplentes, quebra-galho’s, paqueradores, desempregados, traiçoeiros, falsos, verdadeiros, enfim, ocorrem tantas coisas numa velocidade tão incrivelmente grande, que o ser humano consegue se perder em meio a essas mudanças.

Eu estava assistindo um filme em que uma secretária de Defesa do Governo Norte Americano do filme “O dia em que a Terra parou”, estava tão perdida com a situação provocada pela invasão de extra-terrestres, depois do contato do alienígena que colheu material genético em 1928 e resolveu retornar à Terra com a missão de tentar salvar o planeta, aliás, tentar ajudar as pessoas, que notoriamente a Secretária perdidona,  me  fez lembrar de várias pessoas que ocupam cargos no grande escalão do governo e não têm a menor noção sobre informações inerentes ao seu cargo,  e esta Secretária, numa imposição estratégica de liderança militar que reportava diretamente com o presidente dos EUA, ficou totalmente perdida. Resumindo. O menos preparado para solucionar a “invasão alienígena”, foi o garotinho enteado da bióloga que seria a única pessoa capaz de persuadir o invasor.

Conclusão desta balela. A variação de situações em que nos submetemos no dia a dia é tão maluca que nem precisamos ter noção de nada para sabermos em que situação nos encontramos, pois sempre haverá alguém para nos qualificar. Isso só vai depender do momento em que alguém irá nos atribuir alguma conotação! Preste atenção que pelo menos, toda semana mudaremos de “Faceta”, neste universo confuso.

janeiro 27, 2010

Seja Feliz a Cada Momento!

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 11:31 pm

“Viva intensamente cada segundo;
Viaje sempre que puder;
Ria até a sua barriga doer;
Sorria para seu maior inimigo (a);
Diga que ama seu maior amigo (a);
Confie profundamente em quem você acha que merece confiar;
Ame inconcebivelmente aquele que faz por merecer;
Chore sempre que tiver afim;
Grite bem alto para todo mundo ouvir;
Durma quando estiver com sono;
Acorde quando quiser levantar-se;
Conte com as pessoas que estão com você, mesmo que elas sejam ríspidas e/ou intolerantes;
Nunca desista dos seus sonhos;
Nunca rejeite novos amigos;
Nunca rejeite novos amores;
Esqueça vinganças alheias;
Admire as coisas mais simples do mundo;
Erga a cabeça quando houver decepções;
Não aja por impulso;
Siga seu coração;
Perdoe o imperdoável;
Esbanje um sorriso para quem já te fez mal;
Seja feliz e faça tudo que sempre teve vontade de fazer;
Nunca, em momento algum, deseje mal àqueles (as) que um dia te fizeram sofrer;
A vida é bela e torna-se ainda mais quando se aprende a lidar com ela!

Primeiramente, ame a você!”

: )

FONTE: Profile de um Orkut!

janeiro 17, 2010

Por causa de uma Melancia

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 2:00 am

Um casal sueco que morava a mais de dez anos no Brasil enfrentava um sério problema. O maior desejo deles era poder ter um filho. Após inúmeras tentativas, todas frustradas, não foi possível uma concepção, após longas e contínuas noites de amor. Já durava mais de três anos de tentativas e nada dela engravidar. O homem ficava apreensivo em duvidar de sua fertilidade e ela também. Porém eles nunca entraram em discussão por causa disso.

Numa bela tarde de domingo, após o almoço, ambos, entrementes pensaram a mesma coisa e disseram um ao outro exatamente a mesma pergunta:

- Será que somos estéreis?

Por alguns segundos, ambos ficaram paralisados olhando um ao outro dentro dos olhos, com certo ritual de hipnose.

Instantes depois, riram. Ele levantou-se da mesa e ela também. Abraçaram-se e começaram a chorar compulsivamente. Ela foi quem fez uma pergunta mais séria primeiro:

- Amor! Depois destes anos a gente não consegue ter filhos. Será que o problema está comigo?

Ele interveio dizendo:

- Não sei. Você acha que o problema está comigo?

Ficaram calados por alguns segundos e depois decidiram. Procurariam um médico para verificar onde está o problema.

Depois de várias consultas e exames, na clínica o médico explicava o resultado dos exames. A probabilidade de fertilização “in vitro” do casal estava acima dos 65%, mas seria necessário um acompanhamento médico rigoroso, pois a idade deles já ultrapassava os 36 anos de idade.

Em casa toda a semana ela fazia a dieta e tomava os medicamentos recomendados pelo médico e ele também se cuidava diminuindo quase que em cinco cigarros no máximo por dia. Na verdade o médico “culpava-o” pelo insucesso de poderem ter filhos dizendo que o cigarro causava impotência.

Ele barbeando-se no banheiro pensou no que o médico disse:

- Médico besta! Fumar pode causar impotência, mas não esterilidade!

E a rotina do casal continuava com os “exercícios” noturnos para não desanimar. O método convencional nunca daria certo e, se não fosse feito a inseminação artificial o sonho dos dois não se realizaria. Passados mais de dois meses ela esperava ansiosa o seu marido chegar do serviço para dar uma notícia. Estava com atraso menstrual! Ele ao saber sorriu e ela não se continha de euforia imaginando que daquela vez daria certo.

E a cada semana ela sentia alterações e sensações de enjôo no organismo e sonhava com aquela criança tão esperada. Ele também estava feliz e atendia a todos os “desejos” que as mulheres grávidas tinham neste período. (Para alguns, interessante. Interessante não sei no quê?). E todas as noites ele trazia chocolates, às vezes uma torta de palmito, doces, brigadeiros, etc. Tudo o que ela pedia ele atendia prontamente para agradá-la.

No final de semana, na feira livre de sábado ela fez um pedido especial. Queria que ele comprasse: Um abacate, nozes, melancia, figo, açaí, couve ralada, espinafre e mais um monte de outras coisas estranhas, pois aquele desejo estava um pouco exagerado. Mas ele não ligava, afinal de contas, tudo era para o bem estar da criança que estava por vir.

Ela comia feito uma criança tudo aquilo misturando sabores e paladares ficando com um hálito insuportável (às vezes). Ele nem ligava. Apenas sorria satisfeito, com a sensação de que aquele problema traumático seria superado e nenhum dos dois seriam culpados, pois as famílias cobravam o bebê.

Ela disse para ele:

- Você se lembra da nossa festa de casamento? Aquela sua tia gorda e solteirona nos desejou muitas felicidades e uma casa cheia de crianças. Parece que ela estava com inveja! Você não imagina o sufoco que eu passei durante estes três anos só pra gente ter o primeiro filho.

Ele ficou chateado por ter ouvido aquela ofensa, mas relevou, pois ele também estava com aquele nó na garganta por causa daquela tia invejosa.

Naquela noite ela teve enjôo e vomitou tudo o que havia comido. Passado algum tempo ela melhorou e foi dormir. De madrugada ela acordou assustada sentindo fortes dores. Ele prontamente levantou-se da cama e perguntou o que estava acontecendo. Ela disse que estava sentindo muitas dores com cólicas estranhas terríveis.

Rapidamente ele já havia se trocado e estava em direção ao hospital levando-a de carro enquanto caía uma forte chuva. Ela dizia para ele se acalmar, pois mesmo com dificuldades ela conseguia agüentar as dores que estava sentindo.

Chegando ao hospital ela foi prontamente atendida e internada ficando em observação sob um rigoroso cuidado médico. Enquanto ele aguardava na recepção ficava pensando no que poderia acontecer, pois depois de todos estes anos, aguardando por uma oportunidade de poder realizar o sonho de ser pai pela primeira vez, não tinha muito controle sobre o que fazia ou o que pensava.

Uma mulher que estava na recepção também estava aflita aguardando notícias de seu filho que estava internado por ter sido baleado num assalto. Ela contou ao sueco que seu filho foi assaltado e levou cinco tiros, dois na perna, um no braço, um na região do abdômen onde fora submetido a uma cirurgia delicada e outro tiro pegou na espinha onde ele corria o risco de ficar paraplégico. Outras pessoas que também estavam na recepção tinham problemas com seus parentes ou conhecidos que também tinham problemas de saúde, vítimas de atropelamento, viroses, pressão alta, etc.

O sueco só pensava em sua mulher, mas ao mesmo tempo ficou sensibilizado com a situação de outras pessoas da recepção com os diversos problemas dos que estavam internadas naquela madrugada.

Um rapaz entrou na recepção do hospital e vendo a aflição daquelas pessoas abriu a sua mochila e retirou um livro. As pessoas perceberam quando ele aproximou-se e começou a falar para que prestassem atenção, dizendo:

“Eu sei que a situação de vocês é preocupante, pois imagino que vocês aguardam pela melhora de seus parentes ou pessoas conhecidas que aqui estão internadas, mas todos nós, não percamos a esperança. Se vocês permitirem e não se incomodarem eu gostaria de ler um pequeno trecho da bíblia para poder confortá-los com as escritas sagradas.”

Ninguém se opôs e, um a um, interromperam o que estavam falando ou pensando e reuniram-se para prestar atenção ao que o homem iria ler. Começou ele com a leitura dos Salmos:

…Guarda-me, ó Deus, porque em ti confio. A minha alma disse ao SENHOR: Tu és o meu senhor; não tenho outro bem além de ti… …Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente…

E ainda leu inteiramente o Salmo 31 e o 36 e todos prestaram muita atenção naquelas palavras de fé que aquele homem espontaneamente propôs-se a ler no que confortou e conformou as pessoas ali presentes na recepção daquele hospital.

O sueco que não acreditava muito na bíblia ficou comovido com aquelas palavras e decidiu que se a sua esposa saísse daquela situação de risco, prometeu a Deus que iria dedicar-se a uma religião.

No começo da manhã a esposa do rapaz estava recebendo os últimos cuidados e o relatório médico indicava que ela já poderia ter alta. Seu marido foi chamado para receber as instruções de quais cuidados ela deveria ter para não ter problemas em sua gravidez.

Chegando em casa ele conversou com a sua esposa para saber se estava tudo bem. Ela disse que estava sentindo-se melhor e achou que passou mal por ter comido muita coisa variada. Disse que achou que foi a melancia que ”pesou” no seu estômago causando aquele mal estar geral. Ele deu uma risada (disfarçada) e disse que aquilo não era nada, mas exigiu que da próxima vez ela controlasse os seus “desejos malucos”. Com todo o cuidado, recomendações, orientações e acompanhamento médico a gravidez foi adiante e o nenê já estava para nascer.

Um menino lindo e sadio nasceu para a alegria de todos e os pais escolheram o seu nome. Ele ganhou o nome de Samuel em homenagem a um dos profetas da bíblia do Antigo Testamento.

O sueco então começou a frequentar uma igreja aos domingos e quando o seu filho já havia completado mais de seis meses, ele a esposa e o filho iam à igreja todos os domingos para assistir a um culto em uma igreja evangélica.

Esta história acabaria mal se não houvesse uma dedicação e um momento de fé na vida das pessoas, pois fazendo a leitura das escritas sagradas as coisas melhoram. E foi assim que aconteceu na vida do casal sueco.

Graças a Deus!

janeiro 16, 2010

Cuidado, Novinha!

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 3:23 pm

“Novinha! Vê se não mexe comigo, porque o meu estilo é neuróticão….”

Uma “senhora” composição. Pura MPB. Beethoven, Tom Jobim, Vinícius de Moraes dentre outros  deveria sentir inveja disso. E os poetas, escritores, cineastas e  intelectuais de algunas décadas atrás, então? Deveriam matricular-se novamente na escola para aprender como é que se escreve uma boa composição literária, afinal de contas, essa é a moda atual! Estão fazendo músicas no estilo denominado “não to nem aí!”.
É o que acontece devido à estrutura familiar ter perdido seu próprio alicerce. Ontem dia 15/01/2010, por volta de 01 hora e 42 minutos da madrugada, acordei com uma discussão na minha rua. Estava uma algazarra e um barulho imenso. Muita gritaria. Dezenas de jovens numa euforia acordaram toda a vizinhança só por causa de um motivo. Uma discussão (briga, mesmo!) entre duas meninas. Ambas aproximadamente com 16 anos de idade, desafiando uma a outra, por causa de algum outro rapaz e provavelmente muita droga envolvida no “rolo”.
Uma dizia:
- Quero ver você falar na minha cara! Sua vacilona!
E a outra respondia:
- Sua arrombada! Foi você que deu mole pra eu ficar com ele por causa de uma “paranga” e…

E o resto dos palavrões nem compensa escrever aqui, até porque eu não quero salientar este nível de comportamento delas. Apenas registrar que o desrespeito entre as pessoas hoje em dia já ultrapassou dos limites, e olha que está acontecendo “Há tempos!” (lembra da música do Legião Urbana?)

Um rapaz (meu vizinho) veio até a minha porta e comentou:
- Não dá vontade de pegar uma 12 (fuzil de calibre 12) e acabar logo com isso daí?
Respondi:
- Não!
Ele surpreendeu-se como a minha resposta.
Eu não. Mas fiquei pensando: “Como é que pode ele (meu vizinho) frequentar uma igreja evangélica e ainda fazer um comentário desses?”

O resultado é que, depois de muita “negociação” entre os “manos” e as “minas” a confusão acabou depois de mais de 40 minutos, sendo feito um acordo (como sempre) entre eles.

Eu entrei depois de fechar o meu portão, porque fiquei preocupado com os sacos de lixo que a gente tem que colocar na porta, pois os lixeiros passam antes do amanhecer e eu sei que “eles” iriam sujar toda a rua jogando sacos de lixo das calçadas para aumentar ainda mais a baderna. Alguns até fizeram isso com o saco de lixo dos outros vizinhos, mas na minha porta, ainda bem que ninguém mexeu. Também, é claro, eu fiz o papel de vigia do meu próprio saco de lixo.

Pensei então (já dentro de casa e tomando um cafezinho) no que o Renato Russo pensava quando pregou em uma de suas músicas dizendo que nós pertencemos a “Geração Coca-cola”?

Que somos caretas e não curtimos nem bebida alcoólica, ou seja, nem uma cervejinha, pelo menos?

Os refrigerantes ou sucos (para o Renato Russo) são fontes de energia, cujo consumo nos dá uma saudável sensação e não deturpa as nossas mentes?

Deixei pra lá esse raciocínio de geração saúde e tão logo pensei em outra música: (“Todo o sentimento” – de Chico Buarque de Holanda). Daí veio-me outra dúvida. Será que um dia (essas meninas e rapazes da briga) vão entender o significado do que estes artistas escreveram e transformaram em música para tentar passar para outras gerações, mensagens de otimismo, sentimento e responsabilidade interessados em lembrar que existe um fundo de amor nestas composições?

Minha resposta: “NÃO SEI!”
Só sei que acho que: Se lerem isso que eu escrevi aqui imagino ter dado um grande passo para alertar e despertar a atenção, quanto aos cuidados e perigos que a sociedade está se submetendo se não houver preocupação com a educação e progresso para todos. <== (FIM)

Não. Não é o fim deste texto. Lembrei-me de algo. Eu estou muito longe de ser perfeito, “um santo” ou coisa parecida, mas estou tentando aprender com os meus erros e também com as pessoas o que deve ser feito para podermos viver bem. Não vou ficar escrevendo aqui só para denunciar algo ou alguém, esquecendo de lembrar-me de mim, porque existem muitas referências positivas (e também negativas) para nos basearmos e tirar nossas próprias conclusões e, eu espero que as coisas sempre possam melhorar. Para mim e para as outras pessoas também. Talvez eu seja o “Penúltimo Romântico”!

“Quando uma árvore é cortada ela renasce em outro lugar. Quando eu morrer quero ir para esse lugar, onde as árvores vivem em paz.”
Tom Jobim

8>)

janeiro 15, 2010

Um Grave Pobrema

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 8:19 am

Dois “cumpadi” se encontram e começaram a “prosear”:

- Como é que tá cumpadi?
– Tô bem não!
– Ué? O que é que aconteceu cocê?
– É o doutô!
– O que é que têm o doutô?
– É que ele me examinô e disse que eu to “mar”.
– “Mar” de quê?
– “Mar” de tudo, cumpadi.
– Como assim?
– É que ele disse que eu tô quase que de ruim de tudo.
– Ruim de que, “uai”?
– De tudo, ué!
– De tudo? “Tudim”?
– Quase tudo. Dói o “istoma”, “figo”, rim, “pacra” e até a “prosta”!
– Ué? Eu nem sabia que cê tinha essa “tar” de “prosta”?
– Nem eu! Mais ele falô que tá tudo ruim.
– Caramba, “sô”! Intão o causo é grave!
– É sim. “Gravão”!
– Se é assim, é gravão “mêss”. E ele falô “pocadequê”?
– Falô sim. É pru causa da bibida.
– Magina, cumpadi. Cê sempre foi di bebê e nunca teve pobrema “cuisso”.
– Poisé, mais O doutô falô que eu tô “coesse” pobrema.
– E agora? Qui cê vai fazê pra ficá sem pode bebê.
– É nisso que eu tô pensano.
– Pruquê cê num pode mais bebê?
– O Douto falo que é pru causa dum “tar” de “Diabet”. E eu nem sei o que esse tar de dia da “Bete” têm a ver comigo.
– Não seja burro cumpadi. “Diabet” é doença!
– É mesmo? Mas é doença do quê!
– Isso eu num sei. Só sei que é doença. E diz que é grave.
– E agora? Que cê vai fazê?
– Num sei. Mas eu tô triste.
– Eu também fiquei, cumpadi, afinar de contas a gente se conhece a um tempão.
– Eu sei.
– E têm ôtra coisa que eu tô reparano.
– O quê  cumpadi?
– Cê tá ficano cos denti podri.
– Eu sei. E também nem tô mais enxergano direito.
– Tô vêno. Cê tá ficando ruim, hein?
– Nem me fale, cumpadi, senão eu vô ficano cada vez mais triste.
– Desculpe-me.  Mas mudano de assunto. Cê lembra daquela cabrita que a gente comia?
– Se lembro. Eita cabrita danada! A gente comia ela pá mais de metro.
– Mas ocê comia mais que eu.
– Que nada ocê que traçava mais ela que eu.
– Será que é pru causa dela que eu tô doente?
– Como assim, cumpadi?
– Cê num lembra? A gente até apelidou ela de Beth!
– É “mêss”! Já tiinha até me “isquicido”!
– Então é isso cumpadi. Você tá doente pru causa da Beth!
– Será?
– Se o Doutô falô, intão só pode di sê!
– Acho qui cê têm razão.
– Intão cumpadi! Acho qi chegô o meu fim!
– Como assim, cumpadi?
– Se for porisso, eu vô morrê!
– Num fala assim não! Sinão eu é que vô ficá triste!
– Num liga não. Daqui pra frente não há mais nada que eu possa fazê!
– Pruquê?
– Pruquê o Doutô falô que eu não posso me alimentá de mais nada!

E os dois choraram descompassadamente até o momento em que as últimas lágrimas se secaram.
Os dois se abraçaram fraternamente e despediram-se.

O mais gordinho foi em direção ao norte.
O outro foi na direção contrária para escolher uma caverna e aguardar a sua própria morte, ciente  por ser um morcego diabético consciente.

Definindo uma Plena Existência

Filed under: xfireboard — xfireboard @ 8:17 am

Não há nada neste mundo que possa fazer com que a gente não consiga definir a nossa própria existência. Hoje em dia pensamos sempre na agilidade da informação e nos esquecemos de nós mesmo. E aí nos perguntamos: Onde pretendemos chegar? Sem uma resposta definida, a primeira coisa que temos em mente é de que, temos que resolver os nossos problemas. É tanta correria que nem lembramos de termos tempo para nós mesmos. Deixamos de frequentar os bons lugares, esquecemos de parentes, que há tempos não visitamos, nos esquecemos de que, existem muitas pessoas que estão precisando de ajuda e uma oportunidade para melhorar suas vidas, seja através de um novo emprego, uma melhoria na saúde, nas finanças, etc. E o principal de tudo: Nos esquecemos de Deus. Eu mesmo comecei a prestar mais atenção nisso. Estou numa fase em que estamos precisando de uma religião, uma fé, uma crença, para podermos nos sentir menos preocupados e aflitos, pois, com Deus no coração conseguiremos alcançar com dignidade e plenitude a resolução dos problemas que ficaram acumulados. Então tenho que deixar de lado tudo o que não deu certo ou o que ficou para trás e pensar de verdade no futuro e, principalmente com Deus, pois somente ele poderá me ajudar a conseguir as boas e simples coisas que precisamos em nossas vidas. Voltarei aqui para incrementar este Blog e deixá-lo cada vez mais bonito e estarei registrando todas as boas coisas que conseguirei com Deus no coração, com fé e coragem para conseguir o que preciso combatendo todo o mal que queira impedir o meu progresso. Amém, e salve Jesus!

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